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Dr. Centelhas - Barra 2493-9877 / Catete 2205-0362

Astigmatismo

O astigmatismo é uma deficiência visual, causada pelo formato irregular da córnea ou do cristalino, formando uma imagem
com vários focos que se encontram em eixos diferentes.

Uma córnea normal é redonda e lisa.

Nos casos de astigmatismo, a curvatura da córnea é mais ovalada, como uma bola de futebol americano.

Este desajuste faz com que a luz se refracte por vários pontos da retina em vez de se focar em apenas um.

Para as pessoas que sofrem de astigmatismo, todos os objetos, próximos ou distantes, ficam distorcidos.

As imagens ficam embaçadas porque alguns dos raios de luz são focalizados e outros não.

O astigmatismo pode resultar em visão borrada ou distorcida, em todas as distâncias, dependendo do grau do astigmatismo.

Pode afetar as pessoas em qualquer idade. Pessoas com astigmatismo são muitas vezes míopes ou hipermetropes também

Uma estória de amor e dedicação à mais nobre das profissões

O Dr. Antônio Carlos Centelhas, formou-se pela Faculdade de medicina do ABC em 1976 e tornou-se posteriormente professor na mesma faculdade.

É ex-diretor cultural da Associação Paulista de Medicina de Santo André.
Tem destacada participação em diversos congressos , tanto no Brasil como no exterior.

Dr. Centelhas, como é conhecido  no meio médico e acadêmico, recebe destaque também por seus trabalhos apresentados  e publicados em países de grande importância na medicina, tais como os estados unidos da América, Suíça, França e Japão.

Fez estágio no Hospital Oftalmológico da Universidade de Dresden na Alemanha, na área das cirurgias de catarata, glaucoma, e correção de grau a laser.

Obteve bolsa de estudo da CAPES, desenvolvendo o trabalho relacionado à mediadores químicos no esforço físico e pressão intraocular, durante o período de 4 meses no Hospital Universitário de Genebra, na Suíça.

Foi Professor de oftalmologia da Universidade Gama Filho, é médico do Ministério da Saúde, atuando no Hospital Nise da Silveira no Centro Municipal de Recuperação do Engenho de Dentro, e professor dos alunos no internato em saúde coletiva da Universidade Gama Filho.

É também médico do corpo clínico da Casa de Saúde São José.

É membro das seguintes entidades:

  • Conselho Brasileiro de Oftalmologia
  • Sociedade de Catarata e implantes Intraoculares
  • Sociedade Brasileira de Cirurgia Retrativa
  • Sociedade de Retina e Vítreo
  • Sociedade Francesa de oftalmologia

Glaucoma

Glaucoma é uma designação genérica para um grupo de doenças distintas que envolvem pressão intraocular associada a neuropatia óptica. A pressão intraocular elevada é um fator de risco significativo para o desenvolvimento de glaucoma, mas é possível uma pessoa desenvolver dano no nervo com pressão intraocular normal ou não desenvolver mesmo com pressão intraocular elevada durante anos sem apresentar lesões. Reduzir a pressão diminui a perda visual mesmo nesses casos. Se não for tratado, o glaucoma leva ao dano permanente do disco óptico da retina, causando uma perda progressiva do campo visual.

Sintomas

O campo de visão em um glaucoma avançado pode ficar cada vez mais restrito e difuso.
Enquanto que o glaucoma pode ou não ter sintomas distintos, uma complicação quase inevitável do glaucoma é a perda visual. A perda visual causada por glaucoma atinge primeiro a visão periférica. No começo a perda é sutil, e pode não ser percebida pelo paciente. Perdas moderadas a severas podem ser notadas pelo paciente através de exames atentos da sua visão periférica. Isso pode ser feito fechando um olho e examinando todos os quatro cantos do campo visual notando claridade e acuidade, e então repetindo o processo com o outro olho fechado.

Freqüentemente o paciente não nota a perda de visão até vivenciar a "visão tunelada". Se a doença não for tratada, o campo visual se estreita cada vez mais, obscurecendo a visão central e finalmente progredindo para a cegueira do olho afetado. Esperar pelos sintomas de perda visual não é o ideal. A perda visual causada pelo glaucoma é irreversível, mas pode ser prevenida ou atrasada por tratamento. Um oftalmologista deve ser consultado pelas pessoas com risco de desenvolver glaucoma, especialmente os idosos e diabéticos.

Hipermetropia

Hipermetropia é o nome dado ao erro de focalização da imagem no olho, fazendo com que a imagem seja formada após a retina. Isso acontece principalmente porque o olho do hipermétrope é um pouco menor do que o normal. Outras causas incluem situações onde a córnea ou o cristalino apresentam alterações no seu formato que diminuem o seu poder refrativo, como a megalocórnea, onde a córnea é mais plana do que deveria ser.

O Hipermétrope geralmente tem boa visão ao longe, pois o seu grau, se não for muito elevado, é corrigido pelo aumento do poder dióptrico do cristalino, processo designado de acomodação. No entanto, na tentativa de focalizar a imagem para perto, o cristalino além de corrigir o grau de longe, ainda tem que aumentar mais 3 graus, para focalizar a imagem a 33 centímetros dos olhos, o que faz com que o mesmo ou não consiga focalizar a imagem ou sinta desconforto visual, geralmente referido como cansaço, ou dor de cabeça.

A hipermetropia ocorre quando o ponto mais próximo do olho está mais afastado do que no olho normal, devido a uma anomalia do cristalino, uma insuficiente curvatura, causando assim, dificuldades em ver ao perto.

A maioria das crianças apresenta hipermetropia, uma vez que os seus olhos normalmente são menores do que o que deveriam ser, contudo, têm um maior poder de acomodação do que os adultos, e suportam graus muito mais elevados de hipermetropia.

O grau do hipermétrope, geralmente diminui com o crescimento do olho, e é comum assistir a pessoas que necessitavam de óculos durante a infância, mas que deixaram de os usar na idade adulta. A Hipermetropia pode também estar associada ao aparecimento de estrabismo acomodativo na infância, com aparecimento de sintomas, geralmente, ao redor dos 2 anos de idade, onde deverá ser efectuada uma correcção total com lentes de óculos adequadas.

Para este problema utilizam-se lentes convergentes ou convexas, que têm a função de convergir a luz para a retina, onde se vai formar a imagem.: A hipermetropia pode ser corrigida também com o uso de óculos, lentes de contato ou cirurgia refrativa se houver indicação de um oftalmologista.

Uma alternativa de correcção do problema, restrita, geralmente, a maiores de 21 anos, é a cirurgia refrativa realizada com Excimer Laser ou Lasik.

Miopia

Miopia é o distúrbio visual que acarreta uma focalização da imagem antes desta chegar à retina. Uma pessoa míope consegue ver objetos próximos com nitidez, mas os distantes são visualizados como se estivessem embaçados (desfocados).1

Para uma visão mais apurada, o ponto focal dos raios luminosos deve convergir para uma área próxima aos receptores de luminosidade (localizados na retina). No caso da miopia, o ponto focal é formado antes, o que pode acontecer por vários motivos:

excesso de poder dióptrico positivo do cristalino;
excesso de curvatura da córnea e, por conseguinte, de seu poder dióptrico positivo;
excessivo alongamento do globo ocular;
combinação dos fatores anteriores.

Sintomas da miopia

Um dos sintomas que podemos considerar como um dos primeiros de um olho míope é a má visão ao longe, estando a visão ao perto salvaguardada.

No entanto, é evidente que se uma pessoa é míope de muitas dioptrias (ou graus), para ver bem de perto, teria que aproximar-se muito, o que é um fator muito cansativo e incômodo.

O sintoma que mais é relatado e que com frequência anuncia o aparecimento de miopia é a visão turva dos objetos distantes.

É frequente que nos primeiros estágios do problema, o indivíduo não se dê conta da perda de visão. Por este motivo, há que comprovar-se, junto da visão turva, existe o pestanejar constante, dores de cabeça ou tensão ocular.